25 de setembro de 2010

15 de setembro de 2010

Artur - Novidades!

Olá a todos! Como sabem, o novo ano lectivo já começou e, com isto, vêm os novos colegas, os que ficaram para trás e é claro, a escola nova, que, na opinião de uns está boa e na opinião de outros (Grande maioria.) está horrível... Eu concordo que podia ter mais cor, mas não acho que esteja má de todo. Anyways, penso que o primeiro dia de aulas correu bem. Falo por mim, claro. Foi bom rever os colegas, amigos e conhecidos, e ver chegar toda uma nova geração de alunos ao Liceu (Finalmente, já não somos os putos do Liceu! Yupii!).




(Imagens retiradas de projecto-esfrl.blogspot.com.)


Com o novo ano escolar, o período de "dormência" do blogue também termina, espero que os leitores voltem a ler o blogue com mais assiduidade (Agradecimentos à Diana e ao Pires que sempre foram fieis ao blogue, mesmo durante as férias.), esperamos conseguir trazer mais histórias engraçadas, chocantes, interessantes e inovadoras! Este novo ano reserva-vos algumas surpresas...

Para finalizar, vou expor a minha ideia:
Basicamente, lembrei-me que seria uma boa ideia iniciar uma rubrica no blogue, esta rubrica, que se irá chamar Hobbie, irá consistir na publicação de trabalhos da área das artes visuais (Desenho, fotografia, etc.). Quem tiver trabalhos que queira expor, pode mandá-los para hobbie_adm@hotmail.com.
Por hoje é tudo pessoal, não se esqueçam de participar! ;)
P.S.: Em breve vão receber uma visita da Diana a chatear-vos para participarem e para lerem o blogue. : p
P.S.S.: Hoje, dia 15 de Setembro, é o 120º aniversário do nascimento de Agatha Christie (Lembrou o Google, claro.), mas como a Diana é fã dos livros, é sempre bom avisar.

27 de agosto de 2010

Diana - O Deitar

Precipito o ensejo do deitar. Meu cravo. Não aquele em que estudo enternecida cada vocábulo de um qualquer livro mil vezes, porque me usurpas a abstracção. Esse em que o teu perfume me devasta o espírito e as tuas palavras aspiram o reencontro. Em que suplico pelo teu toque e tu aclamas o meu coração.
Não. Hoje, espero pela manhã, quase tarde do amanhã, na expectativa de te ter. É esse o momento pelo qual aguardo. O nosso.
Bons sonhos.

7 de agosto de 2010

Diana - Desastres no Autocarro - Sequela

Queria iniciar esta entrada por um cumprimento adequado a vossas excelências que lêem o nosso blogue (Os fantasminhas.). : b
Olá. : )
Hoje foi um dia repleto de aventuras e acção (E muito Coldplay. - Cortesia do Artur.). Enfim, sem mais delongas descreverei as peripécias de hoje. : b
Iniciei o meu dia com um acordar horrível (O horário das férias já penetrou em mim.), seguindo-se de um pachorrento caminho para primeiro autocarro do dia.
Na meia hora que esperei para que o meu cortês motorista se dignasse a chegar, passou uma senhora idosa por mim. Essa senhora, dedica-se à actividade estimulante de limpar o meu prédio! : b
Resumirei o já curto diálogo:

Senhora:
- Então, não estás de férias?
Ao que eu respondi:
- Sim, estou, mas este ano a minha família decidiu não sair de Leiria.
Senhora:
- É que, é em Agosto que as pessoas normais têm férias, não é (Auto-denominando-se extraterrestre.)?
Eu (Já saturada.)
- É sim, mas nós não vamos passear este ano.
Senhora (Imperturbável.):
- Ok, até logo (Não voltei a vê-la.).



Depois deste primeiro encontro com o extraterrestre, apanhei o dito autocarro para a rodoviária de Leiria, e daí, em conjunto com o Artur, apanhei o autocarro para a infame praia de São Pedro de Moel (Ou Molela, dependendo da pessoa a quem perguntares.). Planeáramos uma ida à praia, eu e o Artur, de forma a pudermos visitar a nossa Mari, que está de momento a passar férias junto ao mar.
Quando por fim, chegámos à praia, o Artur, ao despir os seus calções apercebeu-se que se tinha esquecido dos calções de praia e permaneceu em boxers grande parte da estadia.
Passadas várias horas, um Compal Vital horrível e uma sandes repugnante, eu e o Artur dirigimo-nos à paragem a fim de apanhar o autocarro das 18h, para o qual tivemos de correr.
Tudo decorria na perfeita normalidade do regresso a casa quando sofremos uma paragem abrupta (Utilizei esta palavra pelo puro enfatuamento.) devido a um acidente, que envolvia três carros e ocupara as únicas duas vias, da estrada. Entretive-me a cantar Solta-se o Beijo e a ouvir várias músicas dos Coldplay, no tempo que permanecemos esperando que alguém (A polícia incompetente. - Apenas neste acidente, não querendo generalizar.) retirasse os carros da estrada.
No decorrer da nossa espera ouviram-se várias exclamações entusiastas, que envolviam tudo, desde a ambulância à maçã que comia para passar o tempo.
Do género:

(Digam-no de maneira extasiada.) - Vou perder o outro autocarro! Podemos ficar aqui horas! ou - A mulher não saí do carro, deve ter magoado a coluna.

O que é certo é que várias saídas do autocarro depois, até eu, que não me mexera, já sabia a vidinha completa da senhora que ia na ambulância, atingida pela curiosidade do público.
Por fim, libertaram a estrada e seguimos caminho.
Quando, finalmente, esperava que o suposto entusiasmo do dia terminasse, encontro uma porta de entrada partida e uma história mirabolante da minha família, com protagonista um rapaz dos seus cinco anos que caíra pelas escadas abaixo, partindo a porta de entrada do prédio. A minha mãe, auto-proclamada heroína do dia, estancou o sangue do profundo corte da perna do rapaz e chamou uma ambulância.
O dia terminou comigo a escrever-vos isto a altas horas da madrugada (Exagero.) e entre empregadas extraterrestres, pessoas do autocarro alucinantes e estilhaços de vidro ensanguentados, termino a minha já exaustiva e longa entrada.

Beijo.

P.S.: (Nota para mim própria.) Lembrar ao Artur de não se esquecer dos calções de praia quando pretende efectivamente ir à praia.

P.S.S.: Só consegui encontrar uma imagem que possuí-se dois dos lapsos de hoje. : b

4 de agosto de 2010

Diana - O Mundo


Ergui um muro débil, vidrado que traria pudicícia a tantos outros, firmes e endeusáveis. Esse caiu. Contumaz, edifiquei outro, orgulhoso mas portador da mesma fragilidade. Sustentei-o para que aparentasse força. Para que fizesse brio aos de longe. Detentor de beleza fausta e ilusor dos sentidos.
Tombou.
Perdi a coragem para voltar a pelejar o Mundo. Deitei-me sobre os destroços e chorei-os.
Cedi.

2 de agosto de 2010

Artur - Disforme


Um sonho sem mundo, era esse da minha luz. Um mundo sem sonho, era o da minha escuridão. Um sitio sem nome num estado de dormência perpétua. E eu caminhava por lá, indubitavelmente glorioso em todo o meu paço, único em aspecto. Diferente de tudo o resto. O som, não era. As formas, disformes, contorciam-se em agonia luminosa, mas sempre silenciosa. E muito cuidadoso, toquei na pedra levitante, sem ver o mundo que me sabia, no seu centro luminoso. O homem do piano sorriu, tocou o instrumento, morto, sem emitir um som. Mas os meus olhos ouviam, e os meus lábios sorriam. Pois estavas comigo, naquele sonho sem mundo, naquele espaço sem fundo...

30 de julho de 2010

Artur - António Feio


ddddddddddddddddddddddddedddMorreu António Feio

O actor e encenador António Feio morreu esta quinta-feira no Hospital da Luz, em Lisboa, informou esta madrugada a produtora UAU, em comunicado. António Feio, de 55 anos, acabou por sucumbir ao cancro do pâncreas de que padecia há vários meses.
O actor tinha iniciado recentemente uma nova fase de quimioterapia, tendo indicado, através da sua página do Facebook, que se sentia «muito fraco fisicamente».
António Feio encontrava-se internado desde terça-feira.

27 de julho de 2010

Diana - Grito Inaudível

Sonho com silêncio perceptível, quando caminho distante; estou só, acompanhada ou me realizo subjugada pelo incessante zumbido que teima em preencher-me e desamparar-me a alma. Por vezes, enveredo pela minha razão numa busca infrutuosa de paz. Não apreendo. O Mundo. Porque permanece assolando-me o espírito sem de mim nada querer? Porque peleja comigo, continuamente? Escárnio é com que me defronto, dia-a-dia, murmúrios abafados por aclamações surpresas. Ruído. E, porque daí nada retiro, permaneço determinada, qual flor erguida ao vento. Sofro os olhos sem que deles liberte o problema. Torno-me exasperada e intensa sem que daí ocorra vislumbre. Trilho o Mundo. A imperfeição não é minha. É deles, que me gritam incansáveis o que julgam certo. Contingentemente, afago felicidade. Ordinariamente, choro com raiva ardente pela iniquidade. Sonho com silêncio. Unicamente, a ausência de som, que me perfaça a vida. Encarem-me imatura e exagerada, dramática e comovedora, estouvada insignificante que tudo ignora. Observem-me assim e mostrar-vos-ei a vacuidade de sorrisos. As lágrimas incessantes. A vontade gigantesca de que me acreditem. Luto para não cair. O Mundo, puxa-me para o abismo.

Arruíno o sonho.

24 de julho de 2010

Artur - Avós


Amigos, como sabem (ou não), segunda-feira é o Dia dos Avós, por isso, decidi passar pelo blogue e deixar-vos este post, dedicado a esses simpáticos senhores que gostam muuuito de nós (na maioria dos casos). : )
Aproveito para vos lembrar que era um gesto bonito se passassem o dia ou a tarde com eles ou, se não conseguirem por alguma razão, liguem-lhes e falem com eles, afinal de contas também são importantes.
E é tudo, vou deixar-me de lamechisses. Pensem nisto, mas pensem mesmoo! ; )

20 de julho de 2010

Diana - Meu Cravo

Meu cravo,

Aguardo perseverantemente a tua palavra, para que possamos recomeçar o perpétuo ciclo quotidiano de que me fazes alvo. Não pretendo que me exprimas negativamente. Compreendo. Vivencio-o. Amo cada segundo e anseio por cada momento. Sabe-lo. Dilata a expectação.
Vislumbrei uma tímida luz, penso que és tu. Não quero espreitar, e se não fores? E se se tratar de uma mensagem dispensável de alguém ainda mais prescindível? Estarei a anular o ciclo. A fome asfixiante que tenho de ti impele-me a ir. Não me ralhes. Já sei que estás a pensar em faze-lo por não ir a correr ter contigo, mas não tolero um golpe na expectativa. A avidez, de ti, vence. Vou perscrutar.
És mesmo tu, com as palavras ataráxicas que proferes habitualmente: "Estou aqui.", ao que eu objecto: "Meu amor. Lindo." E recomeça o ciclo. O tão atendido e aguardado ensejo dá-se, eu, estendida na minha cama, contigo ao meu ouvido, com o teu cheiro ao meu alcance e um livro que arrisca anular a tua ausência, sem êxito. Por vezes, o ciclo é quebrado e o momento em que te detenho destruído. Mas a falta não é tua. É do Mundo.
Vou cessar a escrita. Quero dedicar-me a ti.

16 de julho de 2010

Artur - O Sonho de Nero


Suaves batidas soaram na porta, o soalho rangeu do outro lado. Pensei que fosse a governanta que me vinha trazer o leite. Em sua vez, as faces rosadas de Bianca surgiram da porta entreaberta. Deu-me um beijinho de boa noite e deixou-me um chocolate na mesa de cabeceira. Assim que a porta se fechou lancei-me para o outro lado da cama e peguei no chocolate. Era extremamente amargo. Eu gostava do sabor, o doce nunca me cativara. Acabando de saborear o chocolate adormeci, não tive sonhos nem vi o cavalo de luz. Foi uma noite calma.

8 de julho de 2010

Diana - Ausência

Vislumbrei-me subjugada pela negrura da noite. Só. Despojada sem sentimento numa cadeira gélida, invadida pela rejeição. O silêncio escarnecia da minha solidão, ecoando no meu corpo. Permanecia aguardando por ti, qual pedra imperturbável. Resistia aos puxões brutos do mundo dos sonhos que persistiam em assolar-me o espírito e fixava qualquer instante que assistia a tentativa de deslembrança de juras quebradas. Criticava a promessa, doce e inócua do teu existir. Detivera-me assim, imóvel pela incerteza, suportando a exaustão cada vez maior que me arrastava pela dormência, indiferente ao facto de ainda não a teres proferido. Careceria dela para poder repousar o coração já tão derreado pela tua contínua ausência. Como me retive oscilando, unida aos meus joelhos, impaciente pela tua presença, combatendo as lágrimas que teimavam em invadir o rosto. Queria tocar-te. Agarrar-me à fragilidade do teu ser e sentir que nada se modificara. Desejava-o tanto.
As lágrimas cessaram. Debilmente, mergulhei na escuridão, extenuada pela manhã nebulosa que despertou. Adormecida pela inexistência dos raios luminosos. Enfraquecida pela ausência de um amo-te.

29 de junho de 2010

Artur - White Nights


White nights, wasted on you
Lost time, seeking the truth
Bright Lights, coming from us
Raven feathers, hot fuss

Now my mind has stoped to heal
So my world was frozen solid
All I see is blindness calling
When I wonder if you're real

I wich you were still near me
So you'd make it seem okay
Cuz even if my world was falling
I would love you for that day

How I miss your gentle moves
How I feel my madness growing
In all those white nights, glowing

26 de junho de 2010

Diana - Pedaço de Papel


Vislumbra-me imaculado, desinteressado da intenção, ausente e vagarosamente preenchido por simples divagações de uma sem alma errante, definindo-se em palavras extraordinariamente graciosas e resumindo-se a tão pouco do Mundo. Agora, observa-me, peremptório e orgulhoso, manchado desapaixonadamente para os exteriores frios e cruéis.
Como corro os mares, sem de ti, um vislumbre seco de espírito ardente. Fala-me do Mundo. Quero tanto escutar-te, aventurar-me no ausente. Ó pedaço de alma, divaga no meu juízo e cria sentido do desconexo. Escreve-me inóspito e cria novo sabor às frases e aos exímios assuntos. Lê-me de todos os ângulos e desconhece críticas. Cria singularidade.

21 de junho de 2010

Artur - In English Please

Now my mind goes to places I can't understand
And I wish you were still with me, just to make it seem okay.

Monstrosity

She ran trough the fair
She ran trough that place
She entered the square
She stared at his face

He looked like a pig
His eyes were deformed
He was dancing a jig, then
His voice shout and stormed

Now she stares at his heart
Now she sees the emptiness
Where it all becomes part
Of that circus, endless...

19 de junho de 2010

Diana - José Saramago


Raramente me aventuro a falar do que se passa lá fora, normalmente remeto-me ao meu interior e excluo o Mundo das minhas divagações.
Hoje é diferente, no passado dia 18, faleceu José Saramago e acho que é essencial, como amante da sua escrita e dos seus livros, distinguir este facto no nosso blogue.
Acredito que devemos glorificar este homem, que tanto contribuiu para a nossa herança cultural, marcando e destacando o nosso país.
A maioria de vocês está consciente do que penso e sinto por este escritor, por isso sabem que lamento verdadeiramente a sua perda.
Beijo.

11 de junho de 2010

Artur e Diana - The Official Lasagna Party


Meus amores, é com prazer que anunciamos que está oficialmente aberta a época de inscrição na festa. Ahahaha, deixem comentário se tencionarem meter os pés em minha casa. Sei que temos navegado abruptamente pelos mares da escrita, com muitas fases e temas super (Palavra usada em honra da Neuza!) vastos. Finalmente, o tão aguardado momento chegou, a festa do ano, a festa que irá celebrar a nossa entrada 100! É verdade, o blogue já está velhinho, com momentos maus e bons mas sempre fiel aos seus escassos leitores. : ) Sem mais delongas deixamos-vos a salivar pela lasanha.
Beijo.

3 de junho de 2010

Artur - Texto Nu

faltou-me a coragem faltou-me o teu abraço amigo não percebes que me és mais que o mundo e é quando mo perguntas que magoas mais nessas horas em que duvidas sinto que não tenho a força para to mostrar nessas horas que me trazes abaixo que penso que não vale a pena tentar nas horas em que o meu mundo cai as horas que só suporto para viver até ao dia em que me abraças em que te ris em que nem que por um momento sinto que sou maior que o teu mundo são essas horas que fazem tudo o resto valer a pena são essas as horas que recordo sempre nossas

O texto é para ficar assim como está, desculpem se for dificil de ler.

2 de junho de 2010

Diana - Meu Amor

Se de ti compartisse palavras proferiria que tens medo. Conotas negativamente a universalidade do que expresso, suspirando ou mesmo gritando, vês-me finita. Eternizo os momentos com desígnio de te injustificar, infrutuosamente. Continuo silhueta a teus olhos, ausente, e tu, a meus, deténs-te respirar, primor do mundo.
A ausência de vocábulos que indiquem a minha ininterrupta necessidade de te fazer ditosa, pára-me o coração.
Ó meu amor, como choro as maneiras utópicas de te tornar absoluta de felicidade.
Não cessarei.

30 de maio de 2010

Diana - Essencialmente Indecifrável

Conceberei algo indubitavelmente dúbio para que possa eclipsar um momento extraordinariamente inexequível. E com isto proferirei, somente que considero que sou privilegiada em léxico que irá possibilitar que unicamente os mais singulares apreendam que irei anuir, sucumbir ao amor.