25 de setembro de 2010
15 de setembro de 2010
Artur - Novidades!

P.S.S.: Hoje, dia 15 de Setembro, é o 120º aniversário do nascimento de Agatha Christie (Lembrou o Google, claro.), mas como a Diana é fã dos livros, é sempre bom avisar.
27 de agosto de 2010
Diana - O Deitar
Não. Hoje, espero pela manhã, quase tarde do amanhã, na expectativa de te ter. É esse o momento pelo qual aguardo. O nosso.
Bons sonhos.
7 de agosto de 2010
Diana - Desastres no Autocarro - Sequela
Olá. : )
Hoje foi um dia repleto de aventuras e acção (E muito Coldplay. - Cortesia do Artur.). Enfim, sem mais delongas descreverei as peripécias de hoje. : b
Iniciei o meu dia com um acordar horrível (O horário das férias já penetrou em mim.), seguindo-se de um pachorrento caminho para primeiro autocarro do dia.
Na meia hora que esperei para que o meu cortês motorista se dignasse a chegar, passou uma senhora idosa por mim. Essa senhora, dedica-se à actividade estimulante de limpar o meu prédio! : b
Resumirei o já curto diálogo:
Senhora:
- Então, não estás de férias?
Ao que eu respondi:
- Sim, estou, mas este ano a minha família decidiu não sair de Leiria.
Senhora:
- É que, é em Agosto que as pessoas normais têm férias, não é (Auto-denominando-se extraterrestre.)?
Eu (Já saturada.)
- É sim, mas nós não vamos passear este ano.
Senhora (Imperturbável.):
- Ok, até logo (Não voltei a vê-la.).
Depois deste primeiro encontro com o extraterrestre, apanhei o dito autocarro para a rodoviária de Leiria, e daí, em conjunto com o Artur, apanhei o autocarro para a infame praia de São Pedro de Moel (Ou Molela, dependendo da pessoa a quem perguntares.). Planeáramos uma ida à praia, eu e o Artur, de forma a pudermos visitar a nossa Mari, que está de momento a passar férias junto ao mar.
Quando por fim, chegámos à praia, o Artur, ao despir os seus calções apercebeu-se que se tinha esquecido dos calções de praia e permaneceu em boxers grande parte da estadia.
Passadas várias horas, um Compal Vital horrível e uma sandes repugnante, eu e o Artur dirigimo-nos à paragem a fim de apanhar o autocarro das 18h, para o qual tivemos de correr.
Tudo decorria na perfeita normalidade do regresso a casa quando sofremos uma paragem abrupta (Utilizei esta palavra pelo puro enfatuamento.) devido a um acidente, que envolvia três carros e ocupara as únicas duas vias, da estrada. Entretive-me a cantar Solta-se o Beijo e a ouvir várias músicas dos Coldplay, no tempo que permanecemos esperando que alguém (A polícia incompetente. - Apenas neste acidente, não querendo generalizar.) retirasse os carros da estrada.
No decorrer da nossa espera ouviram-se várias exclamações entusiastas, que envolviam tudo, desde a ambulância à maçã que comia para passar o tempo.
Do género:
(Digam-no de maneira extasiada.) - Vou perder o outro autocarro! Podemos ficar aqui horas! ou - A mulher não saí do carro, deve ter magoado a coluna.
O que é certo é que várias saídas do autocarro depois, até eu, que não me mexera, já sabia a vidinha completa da senhora que ia na ambulância, atingida pela curiosidade do público.
Por fim, libertaram a estrada e seguimos caminho.
Quando, finalmente, esperava que o suposto entusiasmo do dia terminasse, encontro uma porta de entrada partida e uma história mirabolante da minha família, com protagonista um rapaz dos seus cinco anos que caíra pelas escadas abaixo, partindo a porta de entrada do prédio. A minha mãe, auto-proclamada heroína do dia, estancou o sangue do profundo corte da perna do rapaz e chamou uma ambulância.
O dia terminou comigo a escrever-vos isto a altas horas da madrugada (Exagero.) e entre empregadas extraterrestres, pessoas do autocarro alucinantes e estilhaços de vidro ensanguentados, termino a minha já exaustiva e longa entrada.
Beijo.
P.S.: (Nota para mim própria.) Lembrar ao Artur de não se esquecer dos calções de praia quando pretende efectivamente ir à praia.
P.S.S.: Só consegui encontrar uma imagem que possuí-se dois dos lapsos de hoje. : b
4 de agosto de 2010
Diana - O Mundo

Tombou.
Cedi.
2 de agosto de 2010
Artur - Disforme

Um sonho sem mundo, era esse da minha luz. Um mundo sem sonho, era o da minha escuridão. Um sitio sem nome num estado de dormência perpétua. E eu caminhava por lá, indubitavelmente glorioso em todo o meu paço, único em aspecto. Diferente de tudo o resto. O som, não era. As formas, disformes, contorciam-se em agonia luminosa, mas sempre silenciosa. E muito cuidadoso, toquei na pedra levitante, sem ver o mundo que me sabia, no seu centro luminoso. O homem do piano sorriu, tocou o instrumento, morto, sem emitir um som. Mas os meus olhos ouviam, e os meus lábios sorriam. Pois estavas comigo, naquele sonho sem mundo, naquele espaço sem fundo...
30 de julho de 2010
Artur - António Feio

ddddddddddddddddddddddddedddMorreu António Feio
O actor e encenador António Feio morreu esta quinta-feira no Hospital da Luz, em Lisboa, informou esta madrugada a produtora UAU, em comunicado. António Feio, de 55 anos, acabou por sucumbir ao cancro do pâncreas de que padecia há vários meses.
27 de julho de 2010
Diana - Grito Inaudível
Arruíno o sonho.
24 de julho de 2010
Artur - Avós

Amigos, como sabem (ou não), segunda-feira é o Dia dos Avós, por isso, decidi passar pelo blogue e deixar-vos este post, dedicado a esses simpáticos senhores que gostam muuuito de nós (na maioria dos casos). : )
20 de julho de 2010
Diana - Meu Cravo
Aguardo perseverantemente a tua palavra, para que possamos recomeçar o perpétuo ciclo quotidiano de que me fazes alvo. Não pretendo que me exprimas negativamente. Compreendo. Vivencio-o. Amo cada segundo e anseio por cada momento. Sabe-lo. Dilata a expectação.
Vislumbrei uma tímida luz, penso que és tu. Não quero espreitar, e se não fores? E se se tratar de uma mensagem dispensável de alguém ainda mais prescindível? Estarei a anular o ciclo. A fome asfixiante que tenho de ti impele-me a ir. Não me ralhes. Já sei que estás a pensar em faze-lo por não ir a correr ter contigo, mas não tolero um golpe na expectativa. A avidez, de ti, vence. Vou perscrutar.
És mesmo tu, com as palavras ataráxicas que proferes habitualmente: "Estou aqui.", ao que eu objecto: "Meu amor. Lindo." E recomeça o ciclo. O tão atendido e aguardado ensejo dá-se, eu, estendida na minha cama, contigo ao meu ouvido, com o teu cheiro ao meu alcance e um livro que arrisca anular a tua ausência, sem êxito. Por vezes, o ciclo é quebrado e o momento em que te detenho destruído. Mas a falta não é tua. É do Mundo.
Vou cessar a escrita. Quero dedicar-me a ti.
16 de julho de 2010
Artur - O Sonho de Nero

8 de julho de 2010
Diana - Ausência
As lágrimas cessaram. Debilmente, mergulhei na escuridão, extenuada pela manhã nebulosa que despertou. Adormecida pela inexistência dos raios luminosos. Enfraquecida pela ausência de um amo-te.
29 de junho de 2010
Artur - White Nights
White nights, wasted on you Lost time, seeking the truth Bright Lights, coming from us Raven feathers, hot fuss Now my mind has stoped to heal So my world was frozen solid All I see is blindness calling When I wonder if you're real I wich you were still near me So you'd make it seem okay Cuz even if my world was falling I would love you for that day How I miss your gentle moves How I feel my madness growing In all those white nights, glowing |
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26 de junho de 2010
Diana - Pedaço de Papel

Como corro os mares, sem de ti, um vislumbre seco de espírito ardente. Fala-me do Mundo. Quero tanto escutar-te, aventurar-me no ausente. Ó pedaço de alma, divaga no meu juízo e cria sentido do desconexo. Escreve-me inóspito e cria novo sabor às frases e aos exímios assuntos. Lê-me de todos os ângulos e desconhece críticas. Cria singularidade.
21 de junho de 2010
Artur - In English Please
Monstrosity
She ran trough the fair
She ran trough that place
She entered the square
She stared at his face
He looked like a pig
His eyes were deformed
He was dancing a jig, then
His voice shout and stormed
Now she stares at his heart
Now she sees the emptiness
Where it all becomes part
Of that circus, endless...
19 de junho de 2010
Diana - José Saramago

Hoje é diferente, no passado dia 18, faleceu José Saramago e acho que é essencial, como amante da sua escrita e dos seus livros, distinguir este facto no nosso blogue.
Acredito que devemos glorificar este homem, que tanto contribuiu para a nossa herança cultural, marcando e destacando o nosso país.
A maioria de vocês está consciente do que penso e sinto por este escritor, por isso sabem que lamento verdadeiramente a sua perda.
Beijo.
11 de junho de 2010
Artur e Diana - The Official Lasagna Party
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3 de junho de 2010
Artur - Texto Nu
O texto é para ficar assim como está, desculpem se for dificil de ler.
2 de junho de 2010
Diana - Meu Amor
A ausência de vocábulos que indiquem a minha ininterrupta necessidade de te fazer ditosa, pára-me o coração.

