27 de agosto de 2010

Diana - O Deitar

Precipito o ensejo do deitar. Meu cravo. Não aquele em que estudo enternecida cada vocábulo de um qualquer livro mil vezes, porque me usurpas a abstracção. Esse em que o teu perfume me devasta o espírito e as tuas palavras aspiram o reencontro. Em que suplico pelo teu toque e tu aclamas o meu coração.
Não. Hoje, espero pela manhã, quase tarde do amanhã, na expectativa de te ter. É esse o momento pelo qual aguardo. O nosso.
Bons sonhos.

3 comentários:

  1. Aguarda. Com paciência . Como fazes sempre . Vais ver que, no fim, vale a pena . As esperas que se assemelham à eternidade valem sempre a pena .
    Por tudo, Obrigada Diana.

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  2. A respiração ofegante e o palpitar rápido do coração por vezes não nos deixam dar tempo ao tempo.
    Não corras riscos. Pára o relógio. Pára o tempo.

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  3. Bem, suponho que possa ser interpretado de maneira errada, eu próprio o faria, se não soubesse.
    Fora isso, parece-me um trabalho digno da tua autoria Di, muito bom mesmo, como sempre! ;)

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