28 de abril de 2010

Artur - Sim, eu sei que todos gostamos da escrita da Diana, mas hoje apeteçeu-me escrever...

Olá a todos, como o título do "post" afirma: Sim, eu sei que todos gostamos da escrita da Diana, mas hoje apeteceu-me escrever, vim-vos chatear com os meu desabafos e ideias...
Para começar, estamos quase em Maio! O mês mais fantástico de Leiria! Mês da feira de Maio, a coisa mais fantástica de sempre inventada pelo Homem para pôr em Leiria! Um lugar maravilhoso, esse da Feira, onde miúdos e graúdos podem pagar um euro e meio para ingerir massa embebida em três litros de óleo e enterrada em 5 quilos de açúcar! YEEI!!! E o melhor de tudo: Logo de seguida podem pagar mais dois euros e meio para entrarem em maquinas de tortura medieval/moderna onde são sacudidos até vomitarem a gordura toda!!! DUPLO YEEI!!! Mas sarcasmos à parte, a verdade é que todos gostam de uma boa fartura (Todos menos a Diana, pessoas com problemas de fígado e pessoas que gostam de seguir uma dieta saudável.). E quem não gosta de dar uma volta nas maquinetas de tortura?? Esses acredito que sejam muitos, mas disto a Diana até gosta que eu sei! E eu também, confesso! Na verdade não sei dizer ao certo o que me fascina em ser abanado de um lado para o outro, mas diverte-me!
E assim concluo o meu tema da feira de maio.

Segunda parte da entrada:
TITA!
Confusos?? Eu explico, Tita é o rapaz da nossa turma que mais desabafos manda nas aulas, cenas sem jeito nenhum, que só de ouvir chega a dar pena, mas que é que se há-de fazer?! Bem a turma para não o deixar ficar mal segue-lhe o exemplo e desabafa com ele.
Para vos dar uma ideia vou exemplificar os ditos desabafos:

Tita diz que Entremeada é estar entre dois gatos a miar. --' Já estão preocupados? Ainda não ouviram metade...
Tita tornou-se numa espécie de referencia em matéria de desabafos:

"O que acontece ao Tita quando come sal? Saltita!" --'
"O que é um tita no chiquiparque? Uma chiquitita!"
"O tita quando está com fome é capaz de comer um bolo alimentar!"
"Titólise!"

E por aí adiante, é deveras assustador... Mas bastante normal na nossa turma, por isso não se preocupem...
Acabaram-se os desabafos por hoje...

Diana - Divagações Poéticas em Prosa - 1

Permaneço Flor.

Simples permaneço, intocável flor de Inverno. Clara observadora ausente. Vejo-o, ao mundo, como uma rosa que lentamente perde as suas pétalas, as suas esperanças. Gotas vermelhas de sangue que caem, manchando os meus sonhos e existência. Fecho os olhos à dor, nego a sua presença, nego a decadência que resiste em mim. Escrevo-a.
Livre permaneço, de sois radiosos e amores fortuitos. Divago pelas minhas irrealidades, por ele, totalmente alheia à minha incumbência. Olho-o como símbolo do que não quero, pretendo ter. Durmo impaciente sobre o dia em que me liberte. Interpreto-o de todas as maneiras erradas. Vislumbro-o aliviado, por não ter de carregar a rosa que me concedeu. O peso de que me fez prisioneira. Carrego o mundo. Os pensamentos. Carrego-me sem auxílio, caminhos alternos.
Isolada permaneço, inconsciente. Perco a fala do que não pode ser dito. Luto contra a ambição da minha querença, não me demove.
Leves pétalas arrastadas pelo vento. Flor fria. Eu.

25 de abril de 2010

Diana - Somente

Penso em mim, muito, demasiado. Descansem, não vou alongar-me em mais uma demanda pela busca do que me causa sofrimento. Sou egoísta. Falo de mim, penso em mim e trabalho para mim. Escrevo sobre mim e deposito-me em todas as palavras na esperança de que não reparem. Apoio-me somente num degrau na esperança de não cair. E escrevo longos tratados com o intuito de me agarrarem. Sofro sem motivo. Comparo a minha importância a tantas outras cujo grau de grandiosidade me ultrapassa em todos os sentidos. Chegaram aqui e ainda não interpretaram uma palavra do que disse, garanto-vos que falei de mim. Não posso, não devo continuar nesta estupidez de espírito, procurando problemas onde não os há, arranjando conflitos por meros caprichos da rotina. Verdade absoluta: sou vulgar, uma vulgar em busca de destaque, sem talentos e muitas ambições. Não pretendo transformar este blogue nas minhas mágoas errantes, somente apeteceu-me partilhar o que penso, pois não possuo diário e não teria nada de interessante a registar. Porque escreveria se não fosse para partilhar? Apenas vos incentivo a se expressarem num único suspiro de lamentações.
Escutaram as minhas divagações.

24 de abril de 2010

Diana - Só Eu

Provavelmente deveria estar a dormir, despedi-me do meu respirar. Desculpa. Estou num estado de espírito deveras trágico. Impossibilitada de fechar os olhos e reflectir no que fiz ou disse e no que não fiz ou não disse. Apeteceu-me variar no conteúdo, deprimir-me um pouco na escrita. Pensei em escrever no meu conto, mas inconscientemente tornei-o numa história triste, fria e difícil de coexistir no positivismo que me pediram. Adiei a data de entrega. Também nos meus poemas me estraguei com a melancolia. Enviei-os ao jornal, como habitual, mas a resposta deles foi que não poderiam publicar todos, pelo menos enquanto não se aplicá-se uma situação merecedora de tanto negativismo. Sempre fui uma pessimista, não se relacionando de qualquer forma com a minha incapacidade de ver o mundo real. Acredito que o meu mundo é facilmente modificável e daí denomina-lo irreal, porque não segue uma linha de pensamento, está rodeado de altos e montanhas, de vales e colinas, de seres e não seres. Totalmente alheio ao destino, coisa, em que, sinceramente, nunca acreditei. Motivada pela escrita de outros solitários vagueando pelo mundo, pensei em escrever não só superficialmente mas aprofundar-me. E, se chegaram a meio e fecharam a página num suspiro profundo de puro aborrecimento não vos culpabilizo. Nunca me interessaria por este texto se cada palavra não pesasse tanto em mim, se cada vírgula não modificasse o meu pensamento. Assim, me despeço, assumindo uma verdadeira posição de derrotada e na esperança que ao partilhar isto com vocês, me dêem a mão para que possa quebrar a apatia. Obrigada por me escutarem nesta entrada tão invulgar, tão pessoal que raramente existe nesta imensidão de pétalas que é o nosso blogue.

22 de abril de 2010

Diana - Aleatórios

Primeira notícia chocante: A nossa professora de Filosofia adora Metallica. Subindo, assim, vários pontos na minha consideração. : ) Acreditam que o T.P.C. era ouvir Metallica, eu não (Mas cumpri-o rigorosamente. : b)... Qualquer coisa sobre a filosofia estética, enfim.

Segunda notícia não tão chocante (Bem, dependendo da perspectiva.): A nossa escola ganhou um concurso de Karaoke Alemão. O que não compreendo mesmo é como, seriam as outras equipas assim tão más. Não percebo uma palavra de alemão, mas, enfim, já ouvi Tokio Hotel (Acorrentada, mas ouvi. : b Desculpem fãs.) Deixo o link: http://www.youtube.com/watch?v=kJCDqOguH4k&feature=related.

Terceira notícia não mesmo chocante: Descobri (O Artur.) o blogue lamechas da Immortal. Muahahaha! : b Deixo-vos o link: http://www.chamo-mebarbaraetu.blogspot.com/.

Quarta coisa, idem aspas: Espreitem o meu poema novo no jornal online da escola. Deixo o link: http://despertar-esfrl.ccems.pt/.

Quinta coisa, idem, idem aspas: Mas que raio de coisa é esta dos concertos na nossa escola! --' Primeiro somos torturados por um trompete (Creio que era este o nome.) e depois deslumbrados por uma guitarra a tocar Metallica, cujo músico, tinha a cara em construção, segundo pessoas alheias. Enfim, estes concertos do nada, mesmo antes do início das aulas, têm contribuído para menos tempo de aulas (O que todos, temos aproveitado). : )

Enfim, despeço-me com estas actualizações.
Beijo. : )
P.S.: Hoje ALGUÉM destruiu o meu sonho de poder a vir ser fotografa. ; )
P.S.S.: E, também hoje, disseram-me que como à broeira. :´(
P.S.S.S.: Houve uma nuvem de cinza, de um vulcão da Islândia que impossibilitou o tráfego aéreo. Queria registar isto algures.
P.S.S.S.S.: Hoje é o Dia da Terra, pensem verde! : )
P.S.S.S.S.S.: Estou feliz. : D

19 de abril de 2010

Diana - Poemas Lamechas - 4

Leitores, escrevi mais um, finalmente recuperei a inspiração que julgava perdida. : ) Não está nada de especial mas é sobre a minha amora e só por isso, tem crédito. : ) Aqui vai, espero que gostem:

O Meu Eco

És o som
Que reclama a minha alma.
És o grito silenciado
Que descansa incessante
No amor indefinido.

És um embirrar de palavras
Indescritíveis.
És a clareza de gestos
Delicados.
És o meu respirar.

És a vida
Que sustenta a minha calma.
És a dependência omitida
Que dorme importante
Na palavra indistinta.

És tu própria,
Única,
Minha.

Beijo.
P.S.: Meus poetas anónimos, que sei que os há e com jeito, se quiserem divulgar anonimamente para receber o feedback dos leitores do blogue, digam-me. ; )

18 de abril de 2010

Diana - Porquê Eu?

Olá. Vim fazer-vos rir um pedaço, muitas vezes me pergunto o porquê de me acontecerem as coisas, exemplificando:
Depois de chegar de autocarro, vinda da escola, apercebi-me que me esquecera das chaves de casa, em casa. --' Implorei, para que alguém da minha família estivesse em casa. Mas, claro que não, porque haveriam de estar, assim não me dariam a oportunidade de me perguntar porquê eu, não é?! Liguei aos meus pais e pedi-lhes que se despachassem, o que nenhum deles fez tensão de fazer. Para vos resumir: Fiquei 45 minutos sentada à entrada do meu prédio esperando por eles, com frio e fome. --'
Como se não fosse o suficiente para uma semana, ontem sofri novamente:
Estava a assistir a uma competição de dança da minha irmã e senti vontade de ir à casa de banho (Não, não tenho fetiche por casas de banho!). Existiam duas casas de banho, mistas. Como a normal estava ocupada fui à dos deficientes (Não, não tenho um fetiche por casas de banho de deficientes!). Entrei, fechei a porta com o trinco, (...) e dirigi-me à porta para sair, quando reparei que a porta não tinha maçaneta (Não existia a porcaria da maçaneta!). Destranquei-a tentei puxá-la, mas era inútil. Mantive a minha calma como faço sempre em situações destas e liguei à minha mãe, que não me atendeu e, por isso, mandei-lhe um sms, na esperança que no meio das coreografias ela fosse ao telemóvel. Nada! --' Esperei uns 5 minutos, quando alguém me abriu a porta, como tantas vezes acontece, por engano. Mal me viu, fechou-a de novo. Desesperei gritando-lhe que a voltasse a abrir, assim o fez, a senhora, agradeci-lhe e recomendei-lhe que não fechasse a porta porque não tinha maçaneta. O meu pensamento foi: Porque raio é que no meio de tantos rapazes lindos, dançarinos, que lá estavam presentes, tinha de me vir abrir a porta uma velha resmungona! Ah, é verdade, porque sou eu... --'


Bem, fico-me por aqui, queria agradecer ao Artur por me ter acompanhado, por sms's, na primeira situação, enquanto esperava pelos meus pais. Queria também, desagradecer aos meus pais pela sua falta de assistência.
Enfim, sou eu, trancada por dentro e por fora. --'
Beijo. : )

13 de abril de 2010

Diana - Desabafos da Puffy

Olá, outra vez... : ) Hoje estávamos descansadinhos (Como de costume.) na nossa aula de Filosofia quando a menina Puffy decide perguntar algo muito eloquente. A nossa professora falava-nos das diferenças de um século que existiam entre Portugal e os Países Nórdicos no que toca à educação e a Puffy questionou-a com esta pergunta: Professora, quantos anos tem um século? Cara de todos, incluindo a professora: --'. A professora tem uma espécie de bloco de notas onde aponta as barbaridades ditas por nós nas aulas (Incluindo e principalmente, coisas de Immortal.) e, como é ÓBVIO (Esta é para a minha mãe: Disse óbvio, não evidente. : b E quando me visitas-te e disseste que estava a esconder o que estava a fazer, era isto!) a professora apontou a da Puffy, enfim. É de salientar que andamos no décimo ano, décimo!
Mas a saga continua, debatíamo-nos com as funções matemáticas e, quando aparecem duas rectas perpendiculares, eis a pergunta da Puffy: Professora, as rectas são obliqualiais não são? Novamente, cara da turma, incluindo a professora: --'.
Se pensam que terminou por aqui, enganam-se, é verdade, há uma última, eis a pergunta, desta vez não para a professora: A feira de Maio é quando? Idem, aspas: --'.
E foi assim, que decorreu o nosso belíssimo segundo dia de terceiro período, com muitos desabafos.


Beijo. : )
P.S.: O que escrevi é absolutamente verídico, não desconfiem pelo excesso de desabafos. : b
P.S.S.: Se ela é feliz assim, quem somos nós para julgar...
P.S.S.S.: Escrevi na mão um C, como lembrete de algo, mas não me lembro do que me queria lembrar. Se puderem, elucidem-me. : )

12 de abril de 2010

Diana - Enfim, Terceiro Período

Bem-vindos a mais uma entrada com título enfim. : ) Enfim, terceiro período. Lado negativo: ziliões de testes e trabalhos (Bah...). Lado positivo: último período (Iupi!!!).
Não, não houve alterações nos Immortal, é genético, está-lhes entranhado nas veias serem arrogantes. Descobri que The Ice fuma. --' Só me apeteceu gritar: BURRA! Sim, só lhe vi os cigarros na mala, mas pela sua posição, é bastante óbvio que ela os usa, bah... Fartou-se de me tratar por linda hoje, na aula, questionei-me sobre qualquer tipo de alteração na sua sanidade mental durante as férias, mas concluí que estava tudo igual excepto esta pequena mudança.
Parece que período novo e escola nova incluí cabelos novos (Juro-vos que a quantidade de cortes de cabelo na minha turma ultrapassava o número de alunos na mesma.).
Constatei que escolheram um amarelo para a casa de banho (Quarto de banho, para os mais finos.) o que me agradou bastante (Cor preferida!) mas acho que foi só para dar para rapazes e raparigas. O que me deixou tremendamente chateada foi ter de ir buscar senha para ir comer ao bar a milhões de quilómetros de distância (Reacção da minha mãe: Assim matas as calorias do que fores comer, é inteligente!). Pois. --' Enfim, o aspecto mais positivo de todos, foi o autoclismo com sensor. :O É tão maravilhoso. Enfim, apaixonada pelo autoclismo... : b
Topem a imagem, desculpem a falta de censura:


Beijo.

8 de abril de 2010

Artur e Diana - Cidade de Leiria

Para precisar o nosso local: esplanada do Café Arcádia, mesa vermelha (São todas vermelhas. - Mentira, há cinzentas. : b), praça Rodrigues Lobo. Epá, tipo, coiso, não há nada para dizer. Excepto que estamos aqui e decidimos escrever uma mensagem em conjunto, para, não sei, enfim, apeteceu-nos. Mas para pararmos a divagação, vamos arranjar algo. Mmmm, deixem pensar. Pensámos e pensámos... Bem, vamos fazer-vos rir. : ) Mais do que o costume...


6 de abril de 2010

Diana - Lamurias de uma Vela

Queria fazer uma entrada em solidariedade com todas as velas no mundo. Dois dos nossos melhores amigos apaixonam-se e tu tornas-te numa tristeza na sua companhia embora eles digam que não! Sim, estou a falar do menino Artur e da menina Marisa. Vou divorciar-me da vossa amizade, abandonaram-me. :´(

Compadeçam-se da minha tristeza.
Fim de lamuria.
Beijo.
P.S.: Sim, eles andam! Será tão difícil acreditar?! Enfim, estou triste.
P.S.S.: Sou uma tristeza de vela, que mal dá para candeeiro... : p