Olá, meus amigos e fieis leitores. Escrevi um auto-retrato para Português e fui incentivada a publica-lo. Para quem comentar e se identificar farei um retrato dessa pessoa, conforme pedido. : )
Eu sou um ser humano (Totalmente verdade.), dotado de mobilidade e mentalmente estável. Os meus amigos discordariam desta última parte. Eu sou, talvez meia página, rapariga de pensamentos filosóficos que se insurge contra as impossibilidades da vida. Eu era uma folha em branco, através da experiência e da socialização fui sendo escrita, sim, sou meia folha. Os meus traços não estão totalmente definidos nem tão pouco as minhas ideias, nem creio que a minha mente as tome como verdades absolutas no futuro. Continuarei a reflectir. Nem baixa nem alta, nem magra nem gorda, nem feia nem bonita. Penso que ficarei estagnada na mediocridade para o resto da minha vida. Sonho alto, alto até demais, sonho em escrever nos meus tempos livres sentada num café em Paris (cliché) e chegar longe no ramo da antropologia. Nunca me senti bem confinada a uma área, gosto de me expressar pela escrita e pela pintura e gosto de exercitar a minha mente através de problemas matemáticos. Descrevem-me, a maior parte, como estranha, como eu apelidaria outra como eu, com tantas esquisitices a nível alimentar. Sou preguiçosa no trabalho aborrecido e entusiasta no fascinante. Tenho medo da humilhação, acho que as fobias não passam daqui. Sou alérgica ao pó (Informação irrelevante.). Adoro ler, escrever, pintar, dançar, e uma infinidade de outras coisas. Quando pedi para me descreverem, chamaram-me imaginativa e sarcástica (Coisa que, sinceramente, não percebi.). Esses, os meus amigos que me alegram o espírito. Eu sou meia página, ou nas palavras de uma sábia, sou igual a mim própria.
Eu sou um ser humano (Totalmente verdade.), dotado de mobilidade e mentalmente estável. Os meus amigos discordariam desta última parte. Eu sou, talvez meia página, rapariga de pensamentos filosóficos que se insurge contra as impossibilidades da vida. Eu era uma folha em branco, através da experiência e da socialização fui sendo escrita, sim, sou meia folha. Os meus traços não estão totalmente definidos nem tão pouco as minhas ideias, nem creio que a minha mente as tome como verdades absolutas no futuro. Continuarei a reflectir. Nem baixa nem alta, nem magra nem gorda, nem feia nem bonita. Penso que ficarei estagnada na mediocridade para o resto da minha vida. Sonho alto, alto até demais, sonho em escrever nos meus tempos livres sentada num café em Paris (cliché) e chegar longe no ramo da antropologia. Nunca me senti bem confinada a uma área, gosto de me expressar pela escrita e pela pintura e gosto de exercitar a minha mente através de problemas matemáticos. Descrevem-me, a maior parte, como estranha, como eu apelidaria outra como eu, com tantas esquisitices a nível alimentar. Sou preguiçosa no trabalho aborrecido e entusiasta no fascinante. Tenho medo da humilhação, acho que as fobias não passam daqui. Sou alérgica ao pó (Informação irrelevante.). Adoro ler, escrever, pintar, dançar, e uma infinidade de outras coisas. Quando pedi para me descreverem, chamaram-me imaginativa e sarcástica (Coisa que, sinceramente, não percebi.). Esses, os meus amigos que me alegram o espírito. Eu sou meia página, ou nas palavras de uma sábia, sou igual a mim própria.
Espero que gostem. : b