29 de junho de 2010

Artur - White Nights


White nights, wasted on you
Lost time, seeking the truth
Bright Lights, coming from us
Raven feathers, hot fuss

Now my mind has stoped to heal
So my world was frozen solid
All I see is blindness calling
When I wonder if you're real

I wich you were still near me
So you'd make it seem okay
Cuz even if my world was falling
I would love you for that day

How I miss your gentle moves
How I feel my madness growing
In all those white nights, glowing

26 de junho de 2010

Diana - Pedaço de Papel


Vislumbra-me imaculado, desinteressado da intenção, ausente e vagarosamente preenchido por simples divagações de uma sem alma errante, definindo-se em palavras extraordinariamente graciosas e resumindo-se a tão pouco do Mundo. Agora, observa-me, peremptório e orgulhoso, manchado desapaixonadamente para os exteriores frios e cruéis.
Como corro os mares, sem de ti, um vislumbre seco de espírito ardente. Fala-me do Mundo. Quero tanto escutar-te, aventurar-me no ausente. Ó pedaço de alma, divaga no meu juízo e cria sentido do desconexo. Escreve-me inóspito e cria novo sabor às frases e aos exímios assuntos. Lê-me de todos os ângulos e desconhece críticas. Cria singularidade.

21 de junho de 2010

Artur - In English Please

Now my mind goes to places I can't understand
And I wish you were still with me, just to make it seem okay.

Monstrosity

She ran trough the fair
She ran trough that place
She entered the square
She stared at his face

He looked like a pig
His eyes were deformed
He was dancing a jig, then
His voice shout and stormed

Now she stares at his heart
Now she sees the emptiness
Where it all becomes part
Of that circus, endless...

19 de junho de 2010

Diana - José Saramago


Raramente me aventuro a falar do que se passa lá fora, normalmente remeto-me ao meu interior e excluo o Mundo das minhas divagações.
Hoje é diferente, no passado dia 18, faleceu José Saramago e acho que é essencial, como amante da sua escrita e dos seus livros, distinguir este facto no nosso blogue.
Acredito que devemos glorificar este homem, que tanto contribuiu para a nossa herança cultural, marcando e destacando o nosso país.
A maioria de vocês está consciente do que penso e sinto por este escritor, por isso sabem que lamento verdadeiramente a sua perda.
Beijo.

11 de junho de 2010

Artur e Diana - The Official Lasagna Party


Meus amores, é com prazer que anunciamos que está oficialmente aberta a época de inscrição na festa. Ahahaha, deixem comentário se tencionarem meter os pés em minha casa. Sei que temos navegado abruptamente pelos mares da escrita, com muitas fases e temas super (Palavra usada em honra da Neuza!) vastos. Finalmente, o tão aguardado momento chegou, a festa do ano, a festa que irá celebrar a nossa entrada 100! É verdade, o blogue já está velhinho, com momentos maus e bons mas sempre fiel aos seus escassos leitores. : ) Sem mais delongas deixamos-vos a salivar pela lasanha.
Beijo.

3 de junho de 2010

Artur - Texto Nu

faltou-me a coragem faltou-me o teu abraço amigo não percebes que me és mais que o mundo e é quando mo perguntas que magoas mais nessas horas em que duvidas sinto que não tenho a força para to mostrar nessas horas que me trazes abaixo que penso que não vale a pena tentar nas horas em que o meu mundo cai as horas que só suporto para viver até ao dia em que me abraças em que te ris em que nem que por um momento sinto que sou maior que o teu mundo são essas horas que fazem tudo o resto valer a pena são essas as horas que recordo sempre nossas

O texto é para ficar assim como está, desculpem se for dificil de ler.

2 de junho de 2010

Diana - Meu Amor

Se de ti compartisse palavras proferiria que tens medo. Conotas negativamente a universalidade do que expresso, suspirando ou mesmo gritando, vês-me finita. Eternizo os momentos com desígnio de te injustificar, infrutuosamente. Continuo silhueta a teus olhos, ausente, e tu, a meus, deténs-te respirar, primor do mundo.
A ausência de vocábulos que indiquem a minha ininterrupta necessidade de te fazer ditosa, pára-me o coração.
Ó meu amor, como choro as maneiras utópicas de te tornar absoluta de felicidade.
Não cessarei.