2 de junho de 2010

Diana - Meu Amor

Se de ti compartisse palavras proferiria que tens medo. Conotas negativamente a universalidade do que expresso, suspirando ou mesmo gritando, vês-me finita. Eternizo os momentos com desígnio de te injustificar, infrutuosamente. Continuo silhueta a teus olhos, ausente, e tu, a meus, deténs-te respirar, primor do mundo.
A ausência de vocábulos que indiquem a minha ininterrupta necessidade de te fazer ditosa, pára-me o coração.
Ó meu amor, como choro as maneiras utópicas de te tornar absoluta de felicidade.
Não cessarei.

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