Leitores, escrevi mais um, finalmente recuperei a inspiração que julgava perdida. : ) Não está nada de especial mas é sobre a minha amora e só por isso, tem crédito. : ) Aqui vai, espero que gostem:
O Meu Eco
És o som
Que reclama a minha alma.
És o grito silenciado
Que descansa incessante
No amor indefinido.
És um embirrar de palavras
Indescritíveis.
És a clareza de gestos
Delicados.
És o meu respirar.
És a vida
Que sustenta a minha calma.
És a dependência omitida
Que dorme importante
Na palavra indistinta.
És tu própria,
Única,
Minha.
O Meu Eco
És o som
Que reclama a minha alma.
És o grito silenciado
Que descansa incessante
No amor indefinido.
És um embirrar de palavras
Indescritíveis.
És a clareza de gestos
Delicados.
És o meu respirar.
És a vida
Que sustenta a minha calma.
És a dependência omitida
Que dorme importante
Na palavra indistinta.
És tu própria,
Única,
Minha.
Beijo.
P.S.: Meus poetas anónimos, que sei que os há e com jeito, se quiserem divulgar anonimamente para receber o feedback dos leitores do blogue, digam-me. ; )
Poema lindo Diana, a amora é uma boa fonte de inspiração..
ResponderEliminarEu posso ser tua! Mas tu és minha!!
ResponderEliminarQue perfeitoo *.*
ResponderEliminarPodes crer que vou passar a ser leitora do teu (alias, vosso) blog :b
Amei :P