Penso em mim, muito, demasiado. Descansem, não vou alongar-me em mais uma demanda pela busca do que me causa sofrimento. Sou egoísta. Falo de mim, penso em mim e trabalho para mim. Escrevo sobre mim e deposito-me em todas as palavras na esperança de que não reparem. Apoio-me somente num degrau na esperança de não cair. E escrevo longos tratados com o intuito de me agarrarem. Sofro sem motivo. Comparo a minha importância a tantas outras cujo grau de grandiosidade me ultrapassa em todos os sentidos. Chegaram aqui e ainda não interpretaram uma palavra do que disse, garanto-vos que falei de mim. Não posso, não devo continuar nesta estupidez de espírito, procurando problemas onde não os há, arranjando conflitos por meros caprichos da rotina. Verdade absoluta: sou vulgar, uma vulgar em busca de destaque, sem talentos e muitas ambições. Não pretendo transformar este blogue nas minhas mágoas errantes, somente apeteceu-me partilhar o que penso, pois não possuo diário e não teria nada de interessante a registar. Porque escreveria se não fosse para partilhar? Apenas vos incentivo a se expressarem num único suspiro de lamentações.
Escutaram as minhas divagações.
Adorei o texto..muito bem escrito, super interessante.
ResponderEliminarEu amo o teu talento *.*
ResponderEliminar( e as tuas divagações :b )
Adoro-te Dianaa !