
Cá vai mais um poema:
Anjo Negro
Pele branca, dura e morta
Rosto congelado, olhos de louco
Planas, com asas negras
Voas sem destino, sem rumo
Rosas negras à tua volta, pairam
Meu anjo negro, preso...
Preso a um destino imortal
Destino sem fim, sem rumo
Destino que não é destino
Vivendo essa existência atormentada
E eu vejo, espelhada na tua face
A inveja da minha mortalidade
A inveja do meu sangue, frágil
Quem te dera a ti essa tormenta
De um destino leve, finito, mortal
Meu anjo negro, sem lágrimas para chorar
Adoro...
ResponderEliminarAdoro...
Adoro...
Odeio uma coisa (que não odeio mesmo) a palavra imortal. : p
Tirando isso perfeito como sempre.
; )
Diana
Perfeitíssimo!
ResponderEliminarEspetacular Gilberto, a sério.
Beijinhos.
OK está fixe continua lol
ResponderEliminar:-)