14 de fevereiro de 2010

Gilberto - Poema

Mais um poema, tenho andado mais inspirado...

Morte

Contemplai as suas faces angélicas
Os seus olhos, uma chama apagada
A sua boca fina, perfeita, imóvel
Contemplai a perfeição encarnada

A sua pose, calmamente deitada
Os cabelos de seda, alinhados
A sua forma perfeita, força acabada
A expressão pacifica, em harmonia

Escutai o pranto da Terra, desolada
O uivar do Vento, em pura agonia
Escutai a ira dos Mares, em cólera
O soluço da Chama, que nada sentia

Chorai pela perda de tanta alegria
Pela morte da abençoada menina
Por toda a luz que ela vos trazia
E pela sua voz, que mais não ouvis

1 comentário:

  1. E depois eu sou a gótica! Está muito fixe só para manter esta linha de pensamentos vou publicar o poema pelo qual me chamam gótica. Muahahahaha.

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